CIDADES AFETIVAS DIVULGA RESULTADOS PARCIAIS DA PESQUISA SOBRE A PERCEPÇÃO DAS MULHERES NA POLÍTICA

Cidades Afetivas https://www.cidadesafetivas.com.br/ apresentará os resultados parciais da pesquisa realizada pelo Coletiv.us sobre Percepção das Mulheres na Política, hoje às 17horas ao vivo no Youtube.
Os resultados serão apresentados por Sofia Benfica, Iolanda Benfica, Vivian Blaso e Sydney Cincotto Júnior coidealizadores do projeto. Mulheres compõem quase 52% da população, mas estão sub-representadas. De acordo com o IBGE, as mulheres representam 51,9% da população do país, mas estão sub-representadas em todo o campo de políticas públicas. Para tanto, a pesquisa visa entender a percepção sobre a importância de mulheres ocupando a política pública brasileira para redução das desigualdades. Esse trabalho está alinhado à proposta da ONU nos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) que visa alcançar a igualdade de gênero e empoderar todas as mulheres e meninas dentro da Agenda 2030.
A pesquisa foi estruturada em 20 questões abertas e fechadas e contou com a participação até o momento de 339 respondentes, sendo em sua maioria, pertencentes do estado de São Paulo.
O recorte por gênero possibilitou uma compreensão mais específica na perspectiva de gênero como homens e mulheres percebem a participação das mulheres na política identificadas nas perguntas 13, 14, 15, 16 e 17 da pesquisa. Outros recortes serão analisados e compilados no e-book que será lançado em breve nas plataformas digitais do Cidades Afetivas e Coletiv.Us. Fizemos uma pergunta aberta sobre importância da mulher na política e a partir daí, elaboramos uma nuvem de palavras para identificarmos quais seriam as palavras mais expressivas de acordo com a amostra. As palavras que mais se destacaram foram: Essencial, Fundamental, Igualdade, Equidade, Representatividade Imprescindível, seguidas de outras palavras como Empatia, Primordial, Diversidade e Importante o que demonstra a relevância de ampliarmos os diálogos sobre o tema e as oportunidades para maior diversidade e participação das mulheres na política.
A outra questão aberta que deixamos livre para os respondentes enviarem comentários obtivemos 88 comentários, sendo 35 válidos para análises que foram classificados por narrativas dominantes, narrativas residuais, e narrativas emergentes: consideramos as Narrativas Residuais e Narrativas Dominantes como aquelas que estão relacionadas em oposição aos movimentos feministas e de inclusão da diversidade e as Narrativas Emergentes aquelas relacionadas à inclusão, diversidade e luta pela igualdade de gênero e diversidade, fruto dos movimentos sociais que reivindicam tais direitos relacionadas ao aumento da igualdade e diversidade e representatividade no Brasil e no Mundo.
Neste contexto, obtivemos 35 respostas válidas e analisadas sob essa ótica, sendo 22 comentários estão relacionados às narrativas dominantes e residuais em oposição a 13 comentários consideradas como narrativas emergentes. O que demonstra a necessidade de ampliarmos os entendimentos a respeito da igualdade, diversidade, inclusão e o “porquê” é fundamental a ampliação das mulheres na política para que no futuro tenhamos políticas públicas mais inclusivas que de fato representem as diversidades socioculturais.
Sobre o Coletiv.us Nossa Causa: Inclusão das Mulheres na Política, https://www.cidadesafetivas.com.br/coletiv-us/
Serviço Lançamento Resultados Parciais da Pesquisa sobre a Percepção das Mulheres na Política
Data: 30 de outubro às 17horas
Onde: canal do YouTube do Cidades Afetivas: https://youtu.be/v-DrN4JWNDQ
Informações para imprensa: vivianblaso@cidadesafetivas.com.br

Vivian Blaso
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Vivian Blaso

Doutora em Ciências Sociais pela PUC-SP, pesquisadora do Núcleo de Estudos da Complexidade – COMPLEXUS. Pesquisadora no Pós Doutorado em Cidades Globais no IEA USP. Professora em Universidades, Palestrante, Coach, Autora do livro Cidades em Tempos Sombrios. Barbárie ou Civilização, Sócia na Conversa Sustentável. Artista. Apaixonada pelas cidades e seus movimentos. Dedica-se à educação, sustentabilidade, convivialismo e ao bem viver.

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